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Teste de vício em celular
Dez perguntas que valem até três pontos cada, então uma pontuação de 0 a 30, dividida em conferir por hábito, lidar com emoções e perda de controle. Mede a dependência como você a descreve, e não as horas de tela. Dois minutos, sem conta, e é um questionário que nós escrevemos, não um exame clínico.
Sua pontuação
Esta é uma ferramenta de autoavaliação para tomar consciência, não um diagnóstico clínico. Ela foi feita para ajudar você a refletir sobre seus hábitos.
Resultado por comportamento
Suas respostas agrupadas por padrão de comportamento.
Seus próximos passos personalizados
Com base nos seus padrões de comportamento de pontuação mais alta.
A ciência por trás da dependência do celular
O uso excessivo do celular não é defeito de caráter — é uma resposta previsível a produtos projetados em torno de ciclos de retroalimentação de dopamina. Cada notificação, cada curtida e cada rolagem infinita é pensada para disparar pequenas liberações de dopamina que reforçam o hábito compulsivo de conferir.
Com o tempo, o cérebro cria tolerância — você precisa de mais estímulo para sentir a mesma recompensa. É o mesmo mecanismo por trás de outras dependências comportamentais. A boa notícia: a neuroplasticidade significa que o cérebro pode se reconfigurar com mudanças constantes e deliberadas.
Entender isso não tem a ver com culpa. Tem a ver com reconhecer que o jogo é armado e escolher jogar pelas suas próprias regras.
Entendendo as faixas de pontuação
0 – 7: Dependência baixa
Você tem uma relação saudável com o celular. Usa como ferramenta, não como muleta.
8 – 15: Dependência moderada
Você mostra alguns sinais de uso habitual do celular. Pequenas mudanças agora podem evitar que isso aumente.
16 – 22: Dependência alta
Seus hábitos com o celular estão afetando bastante o seu dia a dia. É hora de agir de forma deliberada.
23 – 30: Uso compulsivo
Sua relação com o celular mostra padrões de comportamento compulsivo. Recomenda-se uma abordagem estruturada para mudar.
Como a pontuação é calculada
Dez perguntas, cada opção valendo de 0 a 3 pontos, então o total vai de 0 a 30, e o medidor é simplesmente esse total sobre 30. As quatro faixas são de 0 a 7, de 8 a 15, de 16 a 22 e de 23 a 30. Esses limites são nossos: não foram validados contra nada, nenhum instrumento publicado os usa, e uma pontuação um ponto acima ou abaixo de uma linha não significa absolutamente nada.
As dez perguntas também são agrupadas em padrões de comportamento, cada um com seu próprio máximo, e as sugestões que você recebe são escolhidas conforme a posição da sua pontuação dentro da faixa do grupo — abaixo de um terço, abaixo de dois terços ou acima. Conferir por hábito usa três perguntas, com máximo de 9; lidar com emoções e perda de controle usam duas cada, com máximo de 6. Os grupos são ordenados pela pontuação e os mais altos vêm primeiro, que é a parte útil da página: o que ajuda no hábito de rolar a tela de manhã não é o que ajuda quando você pega o celular porque está se sentindo mal.
O que o teste mede é a dependência como você mesmo a descreve, não o tempo diante de uma tela. Quem usa o celular de propósito por três horas e quem o confere cem vezes nessas mesmas três horas pontuam de forma bem diferente aqui, de propósito. É um questionário de autoavaliação sem pesos que nós escrevemos, não é um diagnóstico, e “vício em celular” não é um diagnóstico clínico reconhecido nem no DSM nem na CID.
Nada neste site passa por revisão médica. Cada número acima foi lido do código que roda nesta página e, quando um número é julgamento nosso e não um dado publicado, a nota diz isso e não cita fonte. Método conferido pela última vez em 21 de agosto de 2026.
Dependência, não tempo de tela
Seu celular foi feito para viciar. Isso não é teoria da conspiração — é modelo de negócio. Cada notificação, cada rolagem infinita, cada vídeo em reprodução automática é projetado para explorar o sistema de dopamina do seu cérebro e manter você engajado pelo maior tempo possível.
A pessoa média confere o celular 96 vezes por dia — uma vez a cada 10 minutos enquanto está acordada. Cada conferida dispara uma microdose de dopamina, reforçando o ciclo do hábito. Com o tempo, o cérebro se recalibra: atividades da vida real que antes eram gratificantes passam a parecer chatas em comparação.
Este teste não mede tempo de tela — mede dependência. Há uma diferença importante entre quem usa o celular de propósito por 3 horas e quem confere o aparelho compulsivamente 100 vezes, somando as mesmas 3 horas. O primeiro está usando uma ferramenta; o segundo está sendo usado por ela.
Entender onde você está no espectro da dependência é o primeiro passo para uma relação mais saudável com a tecnologia. Nem todo mundo precisa de um detox digital, mas quase todo mundo ganha com um uso mais intencional. Este teste ajuda você a ver seus padrões com clareza, sem julgamento.
Perguntas frequentes
O que é vício em celular?
Em que este teste é diferente de outras ferramentas de tempo de tela?
O vício em celular é um vício de verdade?
Como posso reduzir a dependência do celular?
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